Nestas alturas fico muito sensível e refugio-me. Procuro refletir por vezes, no valor da minha existência, no que há de mais verdadeiro em mim e paralelamente, registo o entusiasmo que esta vida ainda tem para me dar.
A simplicidade do traço é inspirador pois vai ao encontro do lado culto e atento que há em mim.
No entanto, deprime-me a sua beleza porque não a posso dominar e, ao mesmo tempo, não posso depender dela, porque é efémera. Assim, procuro agir na simplicidade das relações humanas e viver positivamente na razão e com emoção.