O Tempo sempre foi para mim um mistério.
Não sei o que é o tempo mas, talvez seja a minha maior riqueza. Parece um objeto de uso, exclusivamente, pessoal pois, não se partilha e não se mostra.
Independentemente, da rotina ou da criatividade de cada dia, qualquer agenda disponibiliza-me espaços em branco que esperam tarefas e compromissos. Assim, o tempo obriga-me a parar para pensar, recfletir e ponderar.
Esperar! Obriga-me a esperar. É preciso aproveitá-lo bem para ganhar distância de todas as urgências que matam o desejo.