A liberdade da solidão ou a energia do silêncio?
Desde há muito tempo que tenho questionado isto porque existe entre eles uma espécie de quietude do coração e da mente que não é um espaço vazio, mas antes um espaço fértil.
Eu tinha a ideia sobre o silêncio como uma paisagem, assim como uma dimensão interior. A de solidão era mais obscura assim, ser invisível numa cidade ou estar sozinho no meio da natureza.
Vou descobrindo que ambos, têm poderes positivos e ainda hoje, tento explorar essas experiências.
Queria explorar a minha própria espiritualidade. O silêncio é um instrumento ótimo para isso.
Queria examinar a minha convição de que o silêncio é algo de positivo, e não apenas uma abstração ou ausência. Queria saber o que acontece.
Decidi que iria afastar-me e passar algum tempo "sem fazer nada", a não ser guardar silêncio e pensar em viver em silêncio.
A atividade quotidiana, ou ocupação, de cozinhar, limpezas de verão ou até mesmo dar assistência a quem precisa de mim, parece-me extremamente importante. É o próprio silêncio, mais que a solidão, que provoca algum tipo de desinibição.
Ao mesmo tempo, eu não queria retirar-me de nada, apenas seguir em frente. Também comecei a reconhecer que o silêncio e a simplicidade têm, de facto, uma ligação entre si. Assim, é muito pequena a quantidade de coisas de que necessito em sentido material e isso é encorajador.
Ao mesmo tempo, eu não queria retirar-me de nada, apenas seguir em frente. Também comecei a reconhecer que o silêncio e a simplicidade têm, de facto, uma ligação entre si. Assim, é muito pequena a quantidade de coisas de que necessito em sentido material e isso é encorajador.
A solidão é a escola do génio. A busca de caminhos do conhecimento leva-me a despertar para um mundo mais cultural intensificando, os sentimentos e as sensações.
Sem o embaraço da vida social, o génio consegue encontrar a sua personalidade interior e verdadeira.
Sem o embaraço da vida social, o génio consegue encontrar a sua personalidade interior e verdadeira.
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